PRIMEIRO CONTO C &P
Boa tarde caros amigos.
Tem certas coisas que não mudam, e sinceramente não teriam sentido se mudasse. Eu recebi um email de uma moça que me pediu um conselho, cuidado pois as vezes um monstro do português seja um monstro mais simples do que você pode enfrentar!
Após ler isto eu não entendi bem o que significava, após ler isso encontrei um endereço bem abaixo, e dizia: esteja aqui neste horário.
Bem não vou dizer que fique surpresa, mas enfim fui, e chegando lá, fui recebida por uma mulher que usava uma roupa verde meio acinzentada, muito estranha por sinal, e se dizia empregada da casa, nessa hora ela pergunta ao abrir a porta:
- É a senhora a professora de português?
E eu confirmei que sim, e onde está a aluna?
a empregada falou: pode me acompanhar senhora, confimei com a cabeça que sim
a casa não era das melhores, havia rangidos por todos os lugares, estranho que alguém morasse ali, bem mas mesmo assim eu decidi prosseguir, a aluna era chamada de Carlita, muito estranha, menina branca, quase pálida, cabelos pretos, segurava um caderno e um livro, devia ter pela idade uns 7 anos, estranho é que estava limpa no meio daquela sujeira toda, ao entrar no quarto da menina eu via um lago pela janela, lago de águas turvas e sombrias, vi também um barco antigo amarrado com uma corda no fim de uma passarela de madeira, estranho, havia um senhor olhando pra o fundo do lago sem mexer um dedo, não liguei comecei a aula, e rapidamente, a menina desfaleceu, corri pra tentar procurar ajuda dentro da casa, não havia ninguém, até mesmo a empregada que havia me atendido não estava lá, moveis cobertos por todo o lados, o mais estranho ainda estava por vir, quando tentei sair com a menina nos braços, com muito sacrifício consegui abrir a porta da frente e qual não foi minha surpresa quando vi que estava numa ilha de areia cinza, ao redor da casa não havia mais o lago
mas a passarela e o barco ainda estava la o senhor:
-o senhor do fim da passarela, corri a té ele,
Senhor me ajude, ele falou você:
-não devia estar aqui agora nesse momento.
eu falei por que, ele disse porque é hora dele se alimentar, mas ele quem meu senhor, o pai da menina, olhei não vi mais a menina, sem mais tempo, vi um braço com garra gigantesca saindo de dentro da água, correndo atras de mim a menina cavalgava o monstro, consegui correr gritando e entrei novamente na casa, fechei a porta, um silencio tocou o lugar, quando abri os olhos estava novamente na casa, não esperei mais nada, abrir a porta e fugi sem nunca mais olhar pra trás, foi assim que desisti de dar aulas particulares, nunca mais fui gananciosa, pois a ganancia pode nos fazer confrontar com monstros que nós jamais pensamos em encontrar.
Tem certas coisas que não mudam, e sinceramente não teriam sentido se mudasse. Eu recebi um email de uma moça que me pediu um conselho, cuidado pois as vezes um monstro do português seja um monstro mais simples do que você pode enfrentar!
Após ler isto eu não entendi bem o que significava, após ler isso encontrei um endereço bem abaixo, e dizia: esteja aqui neste horário.
Bem não vou dizer que fique surpresa, mas enfim fui, e chegando lá, fui recebida por uma mulher que usava uma roupa verde meio acinzentada, muito estranha por sinal, e se dizia empregada da casa, nessa hora ela pergunta ao abrir a porta:
- É a senhora a professora de português?
E eu confirmei que sim, e onde está a aluna?
a empregada falou: pode me acompanhar senhora, confimei com a cabeça que sim
a casa não era das melhores, havia rangidos por todos os lugares, estranho que alguém morasse ali, bem mas mesmo assim eu decidi prosseguir, a aluna era chamada de Carlita, muito estranha, menina branca, quase pálida, cabelos pretos, segurava um caderno e um livro, devia ter pela idade uns 7 anos, estranho é que estava limpa no meio daquela sujeira toda, ao entrar no quarto da menina eu via um lago pela janela, lago de águas turvas e sombrias, vi também um barco antigo amarrado com uma corda no fim de uma passarela de madeira, estranho, havia um senhor olhando pra o fundo do lago sem mexer um dedo, não liguei comecei a aula, e rapidamente, a menina desfaleceu, corri pra tentar procurar ajuda dentro da casa, não havia ninguém, até mesmo a empregada que havia me atendido não estava lá, moveis cobertos por todo o lados, o mais estranho ainda estava por vir, quando tentei sair com a menina nos braços, com muito sacrifício consegui abrir a porta da frente e qual não foi minha surpresa quando vi que estava numa ilha de areia cinza, ao redor da casa não havia mais o lago
mas a passarela e o barco ainda estava la o senhor:
-o senhor do fim da passarela, corri a té ele,
Senhor me ajude, ele falou você:
-não devia estar aqui agora nesse momento.
eu falei por que, ele disse porque é hora dele se alimentar, mas ele quem meu senhor, o pai da menina, olhei não vi mais a menina, sem mais tempo, vi um braço com garra gigantesca saindo de dentro da água, correndo atras de mim a menina cavalgava o monstro, consegui correr gritando e entrei novamente na casa, fechei a porta, um silencio tocou o lugar, quando abri os olhos estava novamente na casa, não esperei mais nada, abrir a porta e fugi sem nunca mais olhar pra trás, foi assim que desisti de dar aulas particulares, nunca mais fui gananciosa, pois a ganancia pode nos fazer confrontar com monstros que nós jamais pensamos em encontrar.
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